Rodrigo Ribeiro CEO
Em documentos e contratos com várias páginas, existe uma preocupação bem objetiva por trás da formalização: garantir que o conteúdo apresentado é exatamente o que foi acordado entre as partes. A rubrica surgiu para cumprir esse papel no mundo físico, reforçando que cada página pertence ao mesmo documento e foi, de fato, vista pelas partes.
Na prática, rubrica é um “visto” — uma assinatura abreviada feita nas páginas de um documento para indicar ciência e reconhecimento do conteúdo, especialmente em contratos, termos e documentos longos. Em geral, é uma marca curta e consistente (como iniciais do nome), repetida página por página.
Para que serve — e por que rubrica não é assinatura
No papel, a rubrica ajuda a reduzir dúvidas e disputas. Ela serve principalmente para evitar alegações como troca de páginas, inclusão ou remoção de folhas, ou questionamentos do tipo: “essa parte não estava no que eu assinei”.
Mas é importante separar as coisas: rubrica não é assinatura. A assinatura é o ato principal que formaliza o compromisso. A rubrica entra como um complemento, reforçando que o conteúdo de cada página foi visto e reconhecido.
No digital, a segurança já vem no próprio processo de assinatura
Quando o documento é eletrônico, a lógica muda: em vez de depender de um “visto” em cada folha, a assinatura eletrônica (e, em especial, a assinatura digital) pode proteger o arquivo como um todo, aplicando mecanismos criptográficos ao conteúdo do documento.
Em outras palavras: no papel, costuma-se rubricar para reforçar a integridade das páginas; no meio eletrônico, quando o documento é assinado com os recursos corretos, a integridade é garantida pelo próprio processo — e qualquer alteração posterior pode ser detectada.
No caso da assinatura digital com certificado ICP-Brasil, há base legal para a validade e para a presunção de veracidade do conteúdo existente no documento. E a Lei nº 14.063/2020 descreve a assinatura eletrônica avançada como aquela em que a integridade fica ligada aos dados de modo que qualquer alteração posterior seja detectável.
Em resumo: no digital, quando o processo é bem feito, a segurança não depende de um ritual visual. Ela vem da capacidade de demonstrar autoria, integridade e rastreabilidade do que foi assinado. (Se alguma empresa ainda pedir rubrica por padrão interno, na maioria dos casos isso é mais costume do que necessidade técnica.)
Onde nós, como Rubrica, entramos nesse assunto?
Na assinatura de documentos, o que mais atrasa a formalização raramente é a rubrica em si — e sim o processo: idas e vindas, conferência manual, impressões, erros, reimpressões, cobranças de assinatura e controle de versões.
A Rubrica existe para deixar tudo muito mais simples e organizado. Pela nossa plataforma, você envia documentos para assinatura, acompanha o andamento em tempo real e, depois de assinado, arquiva tudo de forma digital — centralizando o histórico em um só lugar, com mais eficiência e segurança.
Se você quer transformar a formalização de documentos em um fluxo rápido e confiável, vem para a Rubrica. Cadastre-se e comece a assinar online agora mesmo.
Escrito por Rodrigo Ribeiro, fundador e CEO da Rubrica.


